jul 20, 2019
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Intolerância religiosa é crime!

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No primeiro semestre deste ano, a Secretaria da Justiça e Cidadania lançou a campanha Respeitar o Próximo é Cultivar a Paz para alertar a população sobre a intolerância religiosa. Em março, foram realizadas as primeiras atividades com a apresentação de palestras na sede da Pasta, no Pátio do Colégio, informados os canais para denúncias e divulgados materiais alusivos à campanha em redes sociais do governo do Estado e de órgãos parceiros. A TV Minuto no Metrô e o painel do banco Itaú na Marginal Pinheiros, na capital paulista, também têm colaborado com a veiculação gratuita da mensagem.
A campanha visa, ainda, divulgar o Fórum Inter-Religioso para uma Cultura de Paz e Liberdade de Crença, da Secretaria da Justiça, criado pela Lei nº 14.947/2013, para implantar políticas de enfrentamento e combate à intolerância religiosa e para estabelecer um canal de diálogo entre as religiões. O Fórum reúne 103 membros, incluindo representantes de 23 segmentos religiosos, do poder público, de instituições e de organizações não governamentais que atuam na defesa do direito à liberdade religiosa.
Para informações sobre a adoção da campanha em outros municípios, os interessados podem contatar o Fórum Inter-Religioso para uma Cultura de Paz e Liberdade de Crença por meio do telefone 3291-2631 ou pelos e-mails foruminterreligioso@justica.sp.gov.br evsoares@sp.gov.br.
De março a julho de 2019, a Ouvidoria da Secretaria da Justiça recebeu cinco denúncias que envolvem casos de intolerância religiosa no estado. Tramita na Assembleia Legislativa de São Paulo o Projeto de Lei nº 226/2017, da deputada Leci Brandão, que estabelece punição administrativa à prática de atos discriminatórios por motivos religiosos. O projeto inclui o pagamento de multas pelos agressores.
“A Constituição Federal determina no artigo 5°, inciso VI, que a liberdade de consciência e de crença é inviolável, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias”, afirma o secretário da Justiça e Cidadania, Paulo Dimas Mascaretti.

Categoria do Artigo:
Editorial · Geral

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