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O administrador, seja público,
seja privado é impiedosamente
apedrejado. Paga pelo
que fez e pelo que não fez. Raramente
os opositores ao administrador
se referem a ele com
palavras de reconhecimento pelos
acertos de sua gestão.
É o caso de São Caetano do
Sul. O Prefeito José Auricchio
Júnior em sua primeira administração
aprimorou a cidade em sua
estrutura básica para proporcionar
à população melhor atendimento
nas áreas de educação,
saúde e terceira idade.
No segundo mandato, investiu
pesadamente na gestão nessas
mesmas áreas, em busca de
um padrão de excelência. Além
disso, presidiu o Consórcio Intermunicipal
Grande ABC, dandolhe
visibilidade junto aos Governos
Federal e do Estado, recuperando
o prestígio da Instituição.
Passou o bastão ao Prefeito de
Ribeirão Pires, Clóvis Volpi, com
uma entidade revitalizada e com
personalidade jurídica pública.
Agora o Consórcio passa a existir como personalidade jurídica
de direito público interno, podendo
representar os sete Municípios
e não apenas reivindicar.
A Administração José Auricchio
Júnior vem sendo consagrada
com o recebimento de prêmios
e referências de destaque
em todas as áreas. Acaba de sair
a classificação do Hospital Márcia
Braido como um dos 20 primeiros
colocados no ranking
estadual, com a 16a posição.
Agora o grande foco do Prefeito
se dirige aos moradores de
áreas alagadiças, com planejamento
de obras contra as enchentes,
com recursos próprios do
Município e em parceria com o
Governo do Estado de São Paulo,
que já investiu em piscinões e
na construção de habitações populares,
através do CDHU, como
forma de amenizar o drama dessa
parcela sofrida da comunidade,
antes desassistida.
Mesmo com toda essa desenvoltura,
o Prefeito vem sendo
alvo de ataques generalizados
e sem consistência.
Também nesta Administração
São Caetano foi reconhecido
como município de menor
índice de mortalidade infantil no
Estado. Enfim se fôssemos enumerar
os grandes feitos deste
Prefeito ocuparíamos uma edição
especial. O alto índice de
83% de aprovação de seu governo
por si só, dispensa maiores
comentários. No entanto a
maldita inveja e a “dor de cotovelo”
ainda em plena era da
cibernética impera na cidade
através das classes retrógradas
e já conhecidas e repudiadas de
há muito tempo pela população
tupiniquim. Voltamos a repetir,
enquanto os “cães ladram”
a caravana passa. É
melhor ser criticado por trabalhar
sempre tentando acertar
do que ficar à socapa em busca
de informações pífias.
É chegada a hora de receber
palavra de reconhecimento
e esta Tribuna o faz sem
medo de errar, em nome da
maioria do laborioso povo de
São Caetano do Sul.
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