fev 6, 2021
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Como fazer o Brasil andar

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Infelizmente, entre os desestimulantes para a geração de empregos estão: o Custo Brasil, a excessiva burocracia e a corrupção que desestimulam a produção e o empreendedor. Me parece ridículo, mas fala-se em reforma tributária para aumentar a receita, tirar mais do povo, e se fala menos em reforma administrativa. Ninguém tem peito de mexer nos gastos públicos com seus excessivos privilégios. Ninguém mexe nos privilégios. Só se fala em como arrecadar mais e não como gastar menos. Que futuro teremos? Discute-se muita política, que não leva, infelizmente, a nada. Os problemas cruciais do país poucos se dignam a discutir ou reformar. Também é muita rede social para pouca solução prática dos graves problemas do país. A vitória do empreendedorismo é sempre inspirada na criatividade, no otimismo e na persistência. Não é qualquer obstáculo que derruba o bom empreendedor, pois ele jamais se acomoda. Pelo contrário, é um estimulante para buscar a vitória. Devemos incentivar os nossos colaboradores a pensarem como melhorar a empresa para que eles alcancem seus objetivos financeiros e pessoais: modernizar. É importante que os CEOs e diretores estimulem seus funcionários a darem ideias, a lutarem para melhorar a empresa e, consequentemente, eles também. Os talentos devem ser estimulados pelos líderes e não renegados pelo time. É preciso também estimular os que lideram para que seus colaboradores sejam ouvidos. As empresas que aumentam os empregos também deveriam receber bônus ou estímulos tributários. Fazer como algumas prefeituras, que dão redução de impostos ou isenção quando as empresas criam empregos em áreas socialmente em queda. Há várias fórmulas. Enfim, o que não se pode mais é aumentar os privilégios públicos, aumentar a carga fiscal, que já é enorme, e burocratizar quem quer produzir e dar mais empregos. *Milton Bigucci – é presidente da construtora MBigucci, conselheiro vitalício e membro do Conselho Fiscal da Associação dos Construtores do Grande ABC, membro do Conselho Consultivo Nato do Secovi-SP e do Conselho Industrial do CIESP, conselheiro vitalício da Associação Comercial de São Paulo e conselheiro nato do Clube Atlético Ypiranga (CAY). Autor dos livros “Caminhos para o Desenvolvimento”, “Somos Todos Responsáveis – Crônicas de um Brasil Carente”, “Construindo uma Sociedade mais Justa”, “Em Busca da Justiça Social”, “50 anos na Construção” e “7 Décadas de Futebol”, e membro da Academia de Letras da Grande São Paulo, cadeira nº 5, cujo patrono é Lima Barreto.

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