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mar 14, 2020
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Ministério da saúde registra menor taxa de gravidez na adolescência da história em São Bernardo do Campo

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De acordo com os dados municipais preliminares do Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (SINASC), sistema oficial do Ministério da Saúde onde são registradas as declarações de nascimentos, São Bernardo registrou, em 2019, o menor taxa de gravidez na adolescência (mães entre 10 e 19 anos) da história do município, com valor atual de 7,9%. A queda na taxa de gravidez na adolescência mostra-se gradativa nos últimos 20 anos. Se comparada ao ano de 2000, a diminuição foi de 52% na proporção global de nascimentos de mães adolescentes em relação ao total de nascimentos. Na faixa etária de 10 a 14 anos, a redução foi de 45% e na faixa etária de 15 a 19 anos, 52%. Em 2019, 783 crianças nasceram de mães adolescentes, sendo que 23 dessas mães tinham entre 10 e 14 anos. O prefeito de São Bernardo, Orlando Morando, destacou as políticas públicas desenvolvidas no município, que envolvem uma parceria entre as secretarias de Saúde e Educação.
Podemos atribuir este resultado ao esforço contínuo da nossa Rede de Saúde e de toda Administração em aumentar o acesso à informação e aos métodos contraceptivos para homens e mulheres, que previnem não só a gravidez, como também as infecções sexualmente transmissíveis e o investimento na base educacional de nossas crianças e jovens”, afirmou o chefe do Executivo.
PSE – O município oferece em todas as 34 Unidades Básicas de Saúde (UBS) o Programa Saúde na Escola (PSE), que chega aos 82 mil alunos da rede de Educação. O PSE envolve ações de educação em saúde, com temas relacionados à prevenção de infecções sexualmente transmissíveis e orientações para prevenção de gravidez precoce.
Oferta de Diu – Além da livre demanda de preservativos masculinos em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBS) de São Bernardo, o Hospital Municipal Universitário (HMU) adotou a prática de ofertar a inserção do dispositivo intrauterino (DIU) no pós-parto, especialmente, às adolescentes que dão à luz no hospital. O pequeno dispositivo em formato de T é inserido no útero para atuar como contraceptivo. Desde o início do programa, em 2017, foram inseridos 7.903 DIUs, sendo 20% deles em adolescentes.

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