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jan 8, 2022
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Feira de Economia Criativa de Santo André completa 50 anos de história

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Ela nasceu no início dos anos 70, época em que os hippies, no auge do movimento, estendiam seus panos no chão para expor seus produtos feitos artesanalmente. Daí o nome que até hoje está na memória afetiva de quem mora há muitos anos em Santo André: feira hippie. O tempo passou, os hippies hoje são bem poucos, mas a essência de comercializar somente artesanato continua. Hoje, 50 anos depois, a feira conta com 75 artesãos que se distribuem em três pontos: Praça do Carmo, Parque Antonio Flaquer (Ipiranguinha), na Vila Alzira, e Parque Regional da Criança – Palhaço Estremilique, no Parque Jaçatuba.
“A Feira de Economia Criativa, como é chamada hoje, não é simplesmente uma feira. É um símbolo da cidade que teve origem em um movimento cultural e social e tem uma história que vem sendo escrita há 50 anos sem interrupções, exceto no período de isolamento, acompanhando as mudanças da sociedade com o passar do tempo”, destacou a diretora do Departamento de Apoio ao Trabalhador, Maria de Lourdes Lopes. Segundo a diretora, foi na Praça do Carmo, no centro da cidade, ao pé da Catedral Nossa Senhora do Carmo, que tudo começou e onde atualmente atuam cerca de 50 dos 75 artesãos autorizados a participar da feira. Ela nasceu de forma espontânea e foi absorvida pelo poder público para que fosse realizada de forma organizada.
“Nós abrimos outros pontos fora do Centro, para alcançar os consumidores dos bairros”, contou. Segundo Maria de Lourdes, a ideia para este ano é dar oportunidade para quem deseja ingressar na Feira de Economia Criativa e fortalecer, inclusive, a presença da feira nos pontos mais afastados da região central, principalmente no Parque Ipiranguinha.
“Um novo edital de chamamento público deverá ser publicado. Isso é necessário, ainda mais nesse momento de crise. É preciso dar oportunidade para as pessoas que precisam ter uma forma de geração de renda. Às vezes a pessoa tem dificuldade para voltar ao mercado de trabalho, gosta de ser empreendedor ou não tem perfil de funcionário. São vários motivos para as pessoas optarem pelo trabalho na feira”, acrescentou a diretora do Departamento de Apoio ao Trabalhador. O chamamento público é um instrumento utilizado pela administração pública para divulgar seu interesse em firmar parcerias, e também para explicar quais as regras para que esta parceria se concretize. Para participar da feira é necessário, por exemplo, que os produtos vendidos sejam artesanais. O interessado passa por uma bancada examinadora, que analisa a confecção do produto e o sabor, no caso das barracas de alimentação.
Para o secretário de Desenvolvimento e Geração de Emprego, Evandro Banzato, a longevidade da Feira de Economia Criativa reforça a importância dos três pilares que são trabalhados no desenvolvimento econômico de Santo André que são: melhorar o ambiente de negócios, melhorar a competitividade das empresas e fomentar uma cultura de empreendedorismo, inovação e qualificação.
Serviço – Feira de Economia Criativa; Praça do Carmo – às quartas, sextas e sábados, das 9h às 16h – Parque Regional da Criança – domingos, das 9h às 16h. Parque Antonio Flaquer (Ipiranguinha) – domingos, das 9h às 16h.

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