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out 14, 2022
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A vila que sofria nas mãos de Santo André

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Quando São Caetano era vila de Santo André, nos anos 1940, enfrentava problemas urbanos como a falta de pavimentação, de transporte público, de canalização de esgotos… Só duas linhas de ônibus iam até a Vila Alpina e Califórnia, passando por ruas esburacadas e dominadas pelo mau cheiro das águas podres das valetas.

O povo pedia que as ruas fossem calçadas com paralelepípedos. A única passagem pela divisa de São Caetano para São Paulo era através da Rua Ibitirama, local muito arriscado, por ser um trecho todo ocupado pelo pântano. Os imigrantes italianos pediam ao padre que benzesse este caminho.

Tudo se modificou com o Plebiscito de 24 de outubro de 1948 que criou o município. A lei 66, de 13 de dezembro de 1949, autorizava o convênio entre as prefeituras de São Caetano do Sul e de São Paulo para a construção de uma ponte sobre o Rio Tamanduateí, ligando a Avenida Municipal, na Vila Lucinda, com a Avenida Dr. Giacaglini, na capital.

Ela foi inaugurada em janeiro de 1951, numa festa com presença do governador Adhemar de Barros e do prefeito Angelo Raphael Pellegrino. Em 1952, através da lei 229, de 3 de maio, a Prefeitura era autorizada a fazer acordos com São Paulo para a construção de uma segunda ponte, agora interligando as ruas Ibitirama e Mariano Pamplona.

* Pesquisa e texto: Humberto Domingues Pastore

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ABC · Cantinho do Pastore
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